Lê TOML 1.0 completo: chaves com ponto como server.port = 80, tabelas inline, [[arrays de tabelas]], strings multilinha e datas nativas como 2026-05-27T07:32:00Z, que viram strings ISO no JSON. Chaves duplicadas e outras violações da especificação são apontadas com a posição exata.
Como usar
- Cole dados, solte um arquivo ou abra um. O formato de entrada é detectado sozinho, ou escolha em “De”.
- Escolha o formato de saída em “Para”. O resultado atualiza enquanto você digita.
- Erros mostram linha e coluna exatas com uma marca; toque no erro para ir até ele.
- Mude para Árvore para explorar os dados. Copie ou baixe o resultado, ou troque para converter de volta.
- Atributos XML viram chaves que começam com @ e o texto do elemento vai para #text; a mesma convenção é usada ao gerar XML.
- A saída CSV achata objetos aninhados em colunas com pontos (address.city). O download inclui BOM para o Excel abrir UTF-8 corretamente.
- TOML não tem null e precisa de uma tabela na raiz: nulls são omitidos e listas são envolvidas em “items”.
- Desative “Números e booleanos” para manter como texto todos os valores de CSV, XML, INI, .env ou query string.
- Tudo roda no seu navegador; nada é enviado.
Como os formatos se correspondem
JSON, YAML e TOML têm o mesmo modelo de dados: objetos, arrays, strings, números e booleanos, então a conversão entre eles não perde nada, com duas exceções: o TOML não tem null e o documento precisa ser uma tabela no nível de cima. Aqui os nulls são omitidos e uma lista na raiz é colocada dentro de uma chave items. O YAML 1.2 é um superconjunto do JSON, então qualquer JSON válido já é YAML válido.
XML é uma árvore de elementos, e não dados chave-valor. Atributos viram chaves começando com @ (id="7" vira "@id": "7"), o texto do elemento vai para #text e filhos repetidos viram arrays. A mesma convenção vale ao contrário quando se gera XML.
Formatos planos: CSV, INI, .env e query strings
CSV é uma tabela, então objetos aninhados são achatados em colunas com notação de ponto como address.city, e cada item do array vira uma linha. Seções INI viram objetos, arquivos .env viram um objeto plano de pares chave-valor (export, aspas e comentários são entendidos) e uma query string como ?tag=a&tag=b&filter[brand]=x vira {"tag": ["a", "b"], "filter": {"brand": "x"}}.
Tipos e pegadinhas
CSV, XML, INI, .env e query strings não têm tipos: tudo é texto. Por padrão, valores como 42, 3.5 e true viram números e booleanos; desligue isso para manter como texto CEPs como 01310100 e códigos. No YAML a indentação importa e tabulações não são permitidas. Parsers de YAML 1.1 como o PyYAML leem yes, no, on e off sem aspas como booleanos, então coloque aspas em valores como o código de país NO.
Perguntas frequentes
Como converto JSON para YAML?
Cole o JSON ou solte um arquivo .json e escolha YAML em Para. Objetos viram blocos chave: valor indentados e arrays viram listas com hífen. Copie o resultado ou baixe um .yaml.
Todo JSON válido também é YAML válido?
Sim, no YAML 1.2, que foi criado como superconjunto do JSON. Mesmo assim vale converter, porque o YAML em blocos é mais fácil de ler e aceita comentários.
O que acontece com atributos XML ao converter para JSON?
Eles viram chaves com prefixo @, então <item id="7">Pen</item> vira {"item": {"@id": "7", "#text": "Pen"}}. Elementos repetidos com o mesmo nome formam um array.
Como objetos JSON aninhados viram CSV?
Eles são achatados em colunas com notação de ponto, como address.city e address.zip. Um array de objetos gera uma linha por objeto, pronta para o Excel.
Por que o null sumiu na saída TOML?
O TOML não tem valor null. Chaves com valor null são omitidas, então confira se a sua aplicação trata uma chave ausente da mesma forma.
Meus dados são enviados?
Não. A análise e a conversão rodam no seu navegador, então arquivos de configuração com senhas ou chaves de API não saem do seu aparelho.