Digite um texto ou solte um arquivo e receba o Base64 na hora: Hello vira SGVsbG8= e café vira Y2Fmw6k=, porque o é ocupa dois bytes UTF-8. Arquivos saem como Base64 puro ou data: URL para CSS e HTML, e a opção segura para URL troca + e / por - e _.
Como usar
- Escolha um formato: Base64, Base32, Hex, Binário, URL, HTML, Unicode ou Punycode.
- Escolha Codificar ou Decodificar e digite ou cole. O resultado é atualizado enquanto você digita.
- Toque no resultado para copiar ou baixe. O botão de troca leva a saída para a entrada e inverte a direção.
- No Base64, solte qualquer arquivo para obter Base64 ou uma data URL. Ao decodificar uma imagem em Base64, aparece uma prévia que pode ser baixada.
- Se a entrada não puder ser decodificada, o erro mostra o caractere e a posição exatos.
- Tudo é UTF-8: emojis, acentos e qualquer alfabeto são preservados.
- A decodificação Base64 aceita o alfabeto padrão e o URL-safe, padding ausente, quebras de linha e data URLs.
- O modo componente de URL codifica todos os caracteres reservados (/ ? & = #); URI completa mantém a estrutura. Use “+ = espaço” para dados de formulário.
- Punycode converte domínios internacionalizados: münchen.de ⇄ xn--mnchen-3ya.de. Cole uma URL completa e só o domínio é convertido.
- Nada é enviado: tudo acontece no seu navegador.
Codificar não é criptografar
Todos esses formatos são jeitos reversíveis de escrever bytes como texto, definidos por padrões públicos: Base64 e Base32 na RFC 4648, a codificação por porcentagem na RFC 3986, as entidades no padrão HTML e o Punycode na RFC 3492. Qualquer pessoa decodifica sem chave. Eles servem para passar dados por sistemas que só aceitam certos caracteres, nunca para esconder segredos.
Como o Base64 funciona
O Base64 pega os bytes de 3 em 3 (24 bits) e escreve cada grupo como 4 caracteres de A–Z, a–z, 0–9, + e /. Por isso a saída fica cerca de 33% maior, e o = completa o último grupo: Man vira TWFu e Hello vira SGVsbG8=. A variante segura para URL troca + e / por - e _ para caber em URLs e nomes de arquivo; é a usada nos JWTs.
O texto vira bytes UTF-8 antes, então é (2 bytes, c3 a9) e € (3 bytes, e2 82 ac) são codificados corretamente. Ferramentas que pulam essa etapa quebram com qualquer caractere fora do ASCII.
Qual formato usar
Use a codificação de URL para valores de query string (espaço vira %20, ou + em formulários HTML), entidades HTML ao inserir texto de usuários numa página, hexadecimal ou binário para inspecionar bytes, Base32 para códigos que ignoram maiúsculas, como segredos TOTP, e Punycode para domínios internacionalizados: münchen.de é xn--mnchen-3ya.de no DNS.
Perguntas frequentes
Base64 é criptografia?
Não. Base64 é uma codificação que qualquer um reverte na hora, sem chave. Ela só permite enviar dados binários como texto. Se os dados precisam ser privados, criptografe antes.
Por que o Base64 aumenta o tamanho?
Cada 3 bytes de entrada viram 4 caracteres, então o tamanho cresce cerca de 33%, mais até dois sinais = de preenchimento. Uma imagem de 30 KB vira uns 40 KB em Base64.
Qual a diferença entre codificar um componente e uma URI completa?
O modo componente codifica caracteres reservados como / ? & = # para que um valor caiba numa query string. O modo URI completa os mantém, para o endereço continuar funcionando.
Por que algumas URLs têm %20 e outras +?
Os dois significam espaço. %20 é a codificação padrão (RFC 3986); + só vale em dados de formulário application/x-www-form-urlencoded. Ative a opção + = espaço ao montar query strings de formulário.
Dá para decodificar Base64 em imagem ou arquivo?
Sim. Cole o Base64 ou uma data: URL no modo Decodificar; se for imagem, aparece uma prévia, e qualquer arquivo pode ser baixado com os bytes originais.
Funciona com emojis e alfabetos não latinos?
Sim. A entrada vira UTF-8 antes de codificar e volta de UTF-8 ao decodificar, então emojis, acentos, cirílico, japonês e coreano saem exatamente como digitados.